Temporada de Concertos Antena 2
25 março | 19h00
Auditório do Liceu Camões
Entrada gratuita
Os Três Barítonos
Diogo Oliveira, João Merino e Tiago Saad, barítonos
Tiago Mileu, piano
Jorge Salgueiro, conceção e direção artística
Maria Madalena, visualidade
Iolanda Rodrigues, corporalidade
Uma criação da Associação Setúbal Voz
Programa
Udite, Udite, o Rustice (da ópera L’elisir d’amore)
música de Gaetano Donizetti / libreto de Felice Romani a partir de Eugène Scribe
Hai già vinta la causa! (da ópera Le nozze di Figaro)
música de W. A. Mozart / libreto de Lorenzo Da Ponte
La calunnia è un venticello (da ópera Il Barbiere di Siviglia)
música de Gioachino Rossini / libreto de Cesare Sterbini, a partir de Beaumarchais
El Dia que me Quieras
música de Carlos Gardel / letra de Alfredo Le Pera
When a Felon’s Not Engaged in His Employment (da ópera The Pirates of Penzance)
música de Arthur Sullivan / libreto de W. S. Gilbert
O du mein holder Abendstern (da ópera Tannhäuser)
música e libreto de Richard Wagner
Votre Toast (da ópera Carmen)
Música de Georges Bizet / libreto de H. Meilhac e L. Halévy, a partir de P. Mérimée
Madamina, il catalogo è questo (da ópera Don Giovanni)
Música de W. A. Mozart | libreto de Lorenzo Da Ponte
Medley
Sole Mio (música de Eduardo di Capua e Alfredo Mazzucchi / letra de Giovanni Capurro)
Nessun Dorma (da ópera Turandot – música de G. Puccini / libreto de G. Adami e R. Simoni, a partir de Carlo Gozzi)
Funiculì Funiculà (música de Luigi Denza / letra de Peppino Turco)
Largo al Factótum (da ópera Il Barbiere di Siviglia)
música de Gioachino Rossini / libreto de Cesare Sterbini, a partir de Beaumarchais
Era suposto ser um concerto com os famosos Três Tenores. O pianista não queria acreditar mas a organização assegurou que os famosos Divos estariam presentes. Mas há problemas no aeroporto de Tenorife, de onde os Três Grandes Tenores virão, dando sequência à sua tournée mundial…
Um concerto divertido, para todos os grandes públicos, com três dos maiores barítonos portugueses da atualidade, a interpretarem as mais populares árias para barítono e outras obras curiosas.
Podemos por momentos chamar-lhes Diogo Pavarotti, Plácido Merino e Tiago Carreras?



Transmissão direta
Apresentação: João Almeida
Produção: Anabela Luís, Cristina do Carmo

A Companhia de Ópera de Setúbal é uma formação constituída por profissionais (Constança Melo, Diogo Oliveira, Helena de Castro, João Merino, Mariana Chaves e Ricardo Moniz) e que conta também com a participação de não-profissionais e estudantes do Ateliê de Ópera, recorrendo a convidados, quando necessita de completar elencos.
Teve a sua primeira produção em julho de 2020, com o espetáculo Os Fantasmas de Luísa Todi; em dezembro de 2020 surge a segunda criação Vingança – Uma Ópera do Tempo da Todi e da Madonna; em julho de 2021, a terceira criação A Nave dos Diabos; em novembro do mesmo ano, Animais, Bichos e Criaturas – Uma Ópera para Assustar os Adultos e Divertir as Crianças; em julho de 2023, A Flauta Mágica, e, em dezembro de 2023, Carmen. No biénio 2023/2024 apresentou 4 óperas originais. A primeira estreou em julho de 2023, Mautempo em Portugal, a segunda em dezembro de 2023, 1911, A Conspiração da Igualdade, a terceira em abril 2024, 1976, A Evolução dos Cravos e a quarta em novembro 2024, 2030, A Nova Ordem.
Para o biénio 2025/2026 tem programadas 5 óperas. Leonor e Benjamim estreou em maio 2025 e Agustinópolis (cocriação com o Teatro O Bando) estrou em outubro 2025.
Conta reavivar a tradição operática em Setúbal, terra natal da maior cantora lírica portuguesa de todos os tempos, Luísa Todi. As suas produções procuram uma ligação entre a tradição, o repertório histórico e a contemporaneidade, com base, essencialmente, em criações originais.
É pioneira em levar a ópera a bairros sociais (Ópera no meu Bairro, desde 2021) e no conceito e criação de Ópera para Bebés (mensalmente, desde 2024).
A Associação Setúbal Voz é um projeto artístico com base no canto lírico e na arte contemporânea. É caracterizado pela busca de identidade, na elaboração de novas criações artísticas e na relação com as artes e artistas contemporâneos. Tem quatro pilares: Coro Setúbal Voz, Ateliê de Musicais para Jovens e a Companhia de Ópera de Setúbal. É uma organização sem fins lucrativos da qual foram presidentes da direção Rui Águas Trindade, Manuela Palma Rodrigues e atualmente Adalberto Borges Petinga; da mesa da assembleia geral Raul Melo e atualmente Filomena Murtinheira; Gisela Sequeira foi diretora artística até outubro de 2017 e desde então é Jorge Salgueiro. Em 2022 recebeu apoio da Direção-Geral das Artes para a produção da ópera Carmen, de Bizet, com a comunidade cigana de Setúbal. Em 2023/2024 foi financiada pela Direção-Geral das Artes para o biénio 2023/2024 com o projeto Tetralogia Operática Sobre Quatro Constituições Portuguesas. Este projeto mereceu o Alto Patrocínio do Presidente da República e da Assembleia da República em 2023. Em 2024 a Associação Setúbal Voz foi condecorada com a Medalha de Honra da Cidade, atribuída pela Câmara Municipal de Setúbal, “como reconhecimento pelos valiosos serviços que prestou em prol de Setúbal e dos seus cidadãos, na classe Atividades Culturais”. Neste ano recebeu ainda o Estatuto de Utilidade Pública através do Despacho Governamental n. 11743/2024. Em 2025/6 voltou a receber o apoio sustentado bienal com o projeto O Corpo E O Poder – O Artifício Operático como Processo Analítico. Da programação regular faz parte a estreia de 2 óperas originais todos os anos, uma temporada de recitais de canto e piano, o Festival Luísa Todi dedicado ao canto lírico, Ópera para Bebés e o Concurso para Jovens Cantores de Ópera.