FJM | Concerto de Abertura | 15 Setembro | 18h00

FJM | Concerto de Abertura | 15 Setembro | 18h00

16º Festival Jovens Músicos 2026

FJM | Concerto de Abertura | 15 Setembro | 18h00

FJM | Concerto de Abertura | 15 Setembro | 18h00

16º Festival Jovens Músicos 2026

Festival Jovens Músicos 2026

Concerto de Abertura
Grupo laureado de Jazz Combo – Henrique Pinto Quarteto
Orquestra Gerajazz com João Barradas

3ª feira | 15 Setembro
18h00 | Grande Auditório
Transmissão direta na Antena 2 e RTP Palco

Entrada livre
(mediante o levantamento de ingresso na bilheteira
da Fundação Gulbenkian e sujeita à lotação da sala)

Henrique Pinto Quarteto – Laureado de Jazz Combo
Trompete – Henrique Pinto
Saxofone Alto – Álvaro Pinto
Contrabaixo – Emanuel Inácio
Bateria – António Carvalho

Programa

John ColtraneLonnie’s Lament

Henrique Pinto – Loopy

Ambrose AkinmusireTrumpet Sketch

Orquestra GeraJazz
Direção de Eduardo Lála
solista convidado: João Barradas (acordeão)

Programa

Juan Tizol & Duke EllingtonCaravan

Dizzy GillespieA Night in Tunisia

Cole Porter Easy to Love

John Coltrane Giant Steps

Jimmie Davis & Charles MitchellYou Are My Sunshine

 

Henrique Pinto Quarteto – Este quarteto composto pelos músicos Henrique Pinto, Álvaro Pinto, António Carvalho e Emanuel Inácio conheceu-se no meio de Jazz de Lisboa. Álvaro e António partilharam anos de estudo na ESML, acontecendo a mesma coisa com Emanuel e Henrique. Participaram em workshops juntos tais como: Begues Jazz Camp e Timbuktu. Hoje em dia este grupo toca em Lisboa em diversas salas.

Henrique Pinto, tendo iniciado os estudos de trompete aos 6 anos, frequenta atualmente o curso de jazz na Escola Superior de Música de Lisboa. Finalizou o 12º ano na vertente clássica com Carlos Silva e simultaneamente o curso do Hot Clube Portugal com Gonçalo Marques e Luís Cunha.
Participou em varios workshops e festivais de Jazz onde teve a oportunidade de conhecer e aprender com músicos tais como Dave Liebman, Aaron Goldberg, Anders Jormin, Tim Hagans, Jorge Rossy, Michael Kanan, Bill McHenry, Michael Formanek, Ohad Talmor, João Barradas, entre outros. Teve a oportunidade de se apresentar com músicos tais como Ali Jackson e John O’Gallagher.
Integra atualmente o sexteto Dracaena Draco com o qual lançou o seu primeiro disco em 2025, estreado no Funchal Jazz Festival no mesmo ano. Nesta mesma edição, atuou com a Orquestra de Jazz do Funchal como trompetista convidado, ao lado de músicos como Perico Sambeat, João Barradas e José Diogo Martins, sobre a direção de Maria Schneider. No mesmo ano atuou também no festival ANGRAJAZZ com a Orquestra Angra Jazz.
Em Lisboa integra o grupo Mingus Project de Nelson Cascais e tem vindo a trabalhar com músicos tais como Ricardo Toscano, Duarte Ventura, Miguel Meirinhos, Bernardo Moreira, André Rosinha, Luís Possollo, Tomás Marques.

Emanuel Inácio começou o seu percurso no jazz aos 15 anos no Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira e desde aí criou uma forte ligação ao contrabaixo e ao jazz. Atualmente, estuda na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo oportunidades de, em simultâneo, tocar com músicos a nível internacional como Perico Sambeat, Jason Moran, Maria Schneider e John O’gallagher e nacionais como Nuno Ferreira, Gileno Santana, Luís Cunha, André Fernandes, André Santos, André Sousa Machado e bandas como a Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, a Estela Alexandre Orquestra. Conta também com um percurso em outros estilos colaborando com artistas como Mike11, Teresinha Landeiro, Agir, Paulo de Carvalho, Magano, entre outros.

António Carvalho (Mira, 2001) é um baterista bastante assente na cena jazzística portuguesa. Iniciou os estudos de bateria na escola FresMúsica e prosseguiu no Conservatório de Música da Jobra. Em 2020, ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, onde concluiu a licenciatura. Ao longo do percurso académico, estudou com Marcos Cavaleiro, André Sousa Machado, Bruno Pedroso, entre outros. Participou em workshops internacionais onde teve a oportunidade de trabalhar com: Jorge Rossy, Jeff Williams, Billy Mintz, Jacob Sacks, Tom Rainey, Kresten Osgood, Tony Malaby, Bill McHenry, Steve Cardenas.
Trabalhou com pessoas tais como: Gonçalo Marques, Francisco Brito, Michael Formanek, Noah Stoneman, John O’Gallagher, Declan Forde, James Banner, Tomás Marques, André Fernandes, Nuno Ferreira, Bernardo Moreira, Nelson Cascais, Jeffery Davis, José Soares, Mané Fernandes, Demian Cabaud, João Mortágua, entre outros.
Atuou internacionalmente em países como Polónia, Espanha, Sérvia e Bulgária, participando em diversos festivais. Em Portugal, apresentou-se em salas e festivais de referência, como o Festival de Jazz de Monserrate, Festival Casa Bernardo Sassetti, Festival Internacional Seixal Jazz, Hot Clube de Portugal, Portajazz, Teatro São Luiz, Salão Brazil e Convento São Francisco.

Álvaro Correia Pinto é saxofonista e compositor de jazz português. Estudou saxofone clássico com Raimundo Semedo na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo e saxofone jazz na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas com Ricardo Toscano.
Desenvolve uma intensa atividade artística em Portugal e no estrangeiro, tendo atuado em mais de 15 festivais internacionais e em mais de 50 salas e espaços culturais na Europa e Ásia.
Integra formações como a Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal e a Orquestra de Jazz de Setúbal, e lidera os seus próprios projetos, entre os quais o Álvaro Pinto Quartet e Trio.
Ao longo da sua carreira colaborou com músicos de referência internacional, como John Hollenbeck, Chris Cheek, Emma Rawicz, Perico Sambeat e Queen Esther Marrow. Como líder e sideman participou na gravação de diversos álbuns e mantém uma atividade regular como professor de saxofone.
Foi distinguido com os prémios de Melhor Músico e Melhor Combo na Festa do Jazz (2022) e com o prémio de Melhor Músico no Jazz Juniors Competition, em Cracóvia (2023).
Atualmente frequenta o Mestrado em Jazz Performance na Manhattan School of Music, em Nova Iorque, onde estuda com Donny McCaslin, sendo bolseiro da Fulbright e da própria instituição.

Gerajazz é, como o nome indica, um projecto dedicado ao jazz que nasceu no seio da Orquestra Geração há já dez anos. Projeto centrado na ação e desenvolvimento social através da música, que se inspira no Sistema de “Orquestras Infantiles e Juveniles” da Venezuela, a Orquestra Geração surgiu em Portugal em 2007 e trabalha com crianças e jovens de várias escolas, nas zonas de Lisboa e Coimbra, oriundos de bairros ditos difíceis. O objetivo é, através da práctica intensiva de orquestra (trabalho de conjunto por excelência) integrar as crianças ou jovens na sociedade, aumentando-lhes a auto-estima e o respeito pelo outro. Isto ao mesmo tempo que se estimula o seu contacto com a arte e o gosto pela música.

Com direcção artística do maestro e professor Eduardo Lála, o Gerajazz tem vindo a desenvolver um intenso trabalho de formação de jovens com vista à constituição de uma orquestra de jazz. Entre 2011 e 2017, realizaram-se estágios de aprendizagem e aperfeiçoamento em parceria com a Escola de Jazz do Hot Clube. Em 2019 realizou-se um workshop aberto à comunidade com músicos e professores com experiência internacional. Já no ano lectivo de 2020/2021, a Orquestra Geração iniciou o seu primeiro núcleo com formação de raiz na área do jazz, em Oeiras, com uma orquestra e um coro compostos por 23 alunos entre os 10 e os 14 anos de idade. Passando pela tradição popular afro-americana e pelo jazz modal de Herbie Hancock, bem como pelo swing e o funk soul de Jaco Pastorius e Nina Simone, ou pela bateria enraizada na tradição de Art Blakey, entre outras influências, o GeraJazz trabalha importantes temas do jazz internacional. Vários músicos têm colaborado com o Gerajazz ao longo destes anos, como por exemplo Carlos Martins, Ricardo Toscano, Mário Laginha, Salvador Sobral, entre outros.

 

Nos dias 15, 16 e 17 de setembro realiza-se a 16ª edição do Festival Jovens Músicos, organizado pela RTP Antena 2 e pelo Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. Este Festival é o culminar da 39ª edição do Prémio Jovens Músicos.
Durante três dias decorrem 14 eventos, dos quais 6 concertos nos Auditórios da Fundação Gulbenkian, transmitidos em direto em antena e em vídeo online na RTP Palco, aqui.