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Imagem de 100 anos de Berio | 25, 27 e 28 setembro
Festivais 29 ago, 2025, 12:32

100 anos de Berio | 25, 27 e 28 setembro

Festival de Teatro-Música

Imagem de 100 anos de Berio | 25, 27 e 28 setembro
Festivais 29 ago, 2025, 12:32

100 anos de Berio | 25, 27 e 28 setembro

Festival de Teatro-Música

O Festival de Teatro-Música: 100 anos de Berio apresenta um ciclo de concertos que parte da colaboração entre a musicóloga Filipa Magalhães e o Tempo Reale, um centro de investigação, produção e didática musical fundado por Luciano Berio em 1987, em Florença, e atualmente dirigido por Francesco Giomi. No âmbito da sua investigação sobre teatro-música, Filipa Magalhães propôs dedicar a primeira edição do Festival de Teatro-Música a Berio para celebrar a efeméride dos seus 100 anos de nascimento.

Figura central da vanguarda musical europeia do século XX, Luciano Berio foi pioneiro no uso de técnicas experimentais. A sua investigação começou em 1955, no Estúdio de Fonologia Musical da RAI, em Milão, onde explorou novas relações entre sons acústicos e eletrónicos, e entre som e palavra, em colaboração com Bruno Maderna, abrindo caminho a novas formas de expressão musical.
Este Festival pretende recriar obras produzidas no contexto do teatro-música, um género performativo aparentemente circunscrito a uma época (décadas de 60, 70 e 80 do século XX) e que em Portugal foi fortemente impulsionado pela compositora Constança Capdeville, mas que ainda hoje permanece vivo e continua a ter impacto no público. O teatro-música combina diversas expressões artísticas (dança/movimento, música e teatro), desconstrói convenções musicais, é instigador, coloca inúmeros desafios à prática da performance e procura aproximar o público dos artistas, fazendo com que este se sinta como um elemento da performance.
A ideia do Festival é recriar um lugar de memória trazendo à cena compositores que estiveram e estão ligados ao teatro-música, tendo Luciano Berio como protagonista. O programa inclui obras de teatro-música de Luciano Berio, Cathy Berberian, Sylvano Bussotti, Salvatore Sciarrino, Luigi Nono e Adriano Guarnieri, que apresenta duas das suas obras pela primeira vez em Portugal. Há ainda uma colaboração mútua entre músicos italianos e portugueses com o intuito de transmitir às gerações futuras a memória e o legado musical deixados por Berio.

Luciano Berio, c. 2000

Ciclo de Concertos

 

25 setembro | 20h30
Auditório Vianna da Motta da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML-IPL)
Entrada Livre

A Música Eletrónica de Berio

Tempo Reale (Francesco Giomi, Damiano Meacci), projeção sonora

Programa

Luciano Berio

– Thema-Omaggio a Joyce (1958)
– Chants paralleles (1975)
– Visage (1961)

 

27 setembro | 21h00 | Gravação Antena 2 para posterior transmissão
Auditório Vianna da Motta da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML-IPL)
Entrada Livre

O Teatro-Música Ontem e Hoje

Ana Catarina Costa, piccolo, flauta, flauta alto e flauta baixo
Ana Telles, piano
Ângela Carneiro, violoncelo
Brigida Migliore, piano
Francesco Giomi, eletrónica ao vivo
João Carlos Pacheco, percussão
João Dias, percussão
José Eduardo Gomes, maestro
Livia Rado, soprano
Monica Benvenuti, voz, contralto
Ricardo Pereira, trombone
Tempo Reale (Francesco Giomi e Damiano Meacci), eletrónica ao vivo e projeção sonora

Programa

Cathy Berberian – Morsicat(h)y per pianoforte (1969)

Luciano Berio – Altra voce, per mezzosoprano, flauto contralto e live electronics

Sylvano Bussotti – Lachrimae (1978)

Adriano Guarnieri – Lo stridere luttuoso degli acciai, per voci ed ensemble (2014)*
Texto de Giorgio Luzzi

* Com a presença do compositor

 

28 setembro | 19h00 | Gravação Antena 2 para posterior transmissão
Sala Bernardo Sassetti – Teatro São Luiz
Entrada paga

Stefano Malferrari | Piano +

Cláudio da Silva, trompete a solo
Stefano Malferrari, piano e fita magnética
Tempo Reale (Francesco Giomi, Damiano Meacci), projeção sonora e eletrónica ao vivo

Programa

Luciano Berio – Sequenza X para trompete e ressonâncias de piano (1984)

Salvatore Sciarrino – Perduto in una città d’acque, per pianoforte (1990-91)

Luigi Nono – …sofferte onde serene…, per pianoforte e nastro magnético (1976)

Adriano Guarnieri – Sospeso d’incanto nº 3, per pianoforte e live electronics (2024)*

* Primeira audição em Portugal

@ Gisela Bauknecht, Maria Austria Instituut, Amesterdão

 

Simpósio
2025: 100 anos de Cathy Berberian e Luciano Berio

O simpósio 2025: 100 anos de Cathy Berberian e Luciano Berio procura discutir aspetos em torno da performance de obras de teatro-música, uma combinação entre a investigação e a prática artística. À semelhança do compositor Luciano Berio, também Cathy Berberian celebra 100 anos de nascimento em 2025. Cathy Berberian foi uma das vozes mais marcantes da música do século XX, sendo considerada “a musa do canto avant-garde”, além de ser atriz e compositora. Berio explorou os recursos expressivos da voz feminina a partir das ‘acrobacias’ vocais de Cathy Berberian, que fazia praticamente tudo o que queria com a voz. Cathy Berberian foi a primeira mulher de Berio e uma figura que teve um contributo fundamental no percurso criativo do compositor.
Partindo do legado destas duas figuras ímpares, este simpósio visa estabelecer um diálogo entre estudantes, investigadores e profissionais que refletem sobre diversas áreas do conhecimento e partilham connosco as suas perspetivas em torno do teatro-música, abordando temas que vão desde a exploração dos limites da criação musical à prática da performance e utilização do espaço como parâmetro musical.

Programa

26 setembro | 14h30 – 19h00 
Pequeno Auditório da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML-IPL)
Entrada Livre

14h30 – 15h30 | Palestra 
Cathy Berberian: a musa do canto avant-garde, moderação de Filipa Magalhães 
KaleidosCathy: uma artista com mil faces por Brigida Migliore

Cathy Berberian foi uma cantora norte-americana. A sua atividade musical começou como mezzo-soprano, mas cedo se tornou uma verdadeira artista vocal performativa, pioneira na vocalidade contemporânea, embora também se interessasse pela música antiga e popular. O seu papel tornou-se cada vez mais importante graças à colaboração com compositores de relevo como Luciano Berio, Bruno Maderna, Sylvano Bussotti e John Cage, para alguns dos quais Lady Berberian era como uma musa. Mesmo não se considerando compositora, também experimentou a composição em três obras distintas. Ao criar música, demonstrou redefinir os limites da composição e da autoria, para além de se aproximar de outras formas de arte.

15h30 – 16h30 | Comunicações 

    A música é uma arquitetura de sons, moderação de Carlos Caires

15h30 | Espaços sonantes por Diogo Alvim

As relações entre som/música e espaço/arquitetura têm sido investigadas e debatidas, especialmente a partir do século XX com o desenvolvimento de ferramentas de reprodução sonora e controle acústico. Se o formato stereo tem cumprido uma função muito importante na estandardização da reprodução sonora, não deixa de ser uma forma reduzida de escuta, em comparação com a experiência de um concerto ao vivo ou multicanais. Partindo da ideia de que a experiência do som é inseparável da experiência do espaço, Diogo Alvim abordará trabalhos seus que exploram diferentes configurações de difusão sonora em relação direta com os espaços de apresentação.

16h00 | O espaço como elemento estruturante na composição musical por Isabel Pires

Mais do que um suporte neutro, o espaço é hoje entendido como parte ativa da criação musical. Esta comunicação propõe uma reflexão sobre o espaço enquanto elemento estruturante da composição: não apenas como projeção do som, mas como fator que organiza, articula e transforma a escuta. Através de exemplos da obra de Luciano Berio, exploraremos diversas maneiras de como o espaço se tornou matéria na arquitetura musical contemporânea.

16h30 – 17h00 | Intervalo

17h00 – 18h50 | Ciclo de conversas

17h00 | As produções de teatro-música de Adriano Guarnieri:
à conversa com o compositor Adriano Guarnieri
(moderação de Filipa Magalhães e tradução simultânea de Carlo Volpato)

18h00 | 100 anos de Cathy Berberian e Luciano Berio:
à conversa com Cristina Berio, moderação de Filipa Magalhães
[conversa por videoconferência]

 

Biografias

Intérpretes

Ana Catarina Costa é flautista, mestre em Performance pelo Conservatório Real de Haia e em Ensino da Música pela Universidade de Aveiro. É flautista da Orquestra Clássica do Centro e colabora regularmente com grande parte das orquestras portuguesas, entre as quais a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Ensemble MPMP – Património Musical Vivo, Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música e Orquestra do Algarve. Integrou a Orquestra Sinfónica de Gotemburgo, na Suécia, e a Orquestra de Ulster, na Irlanda do Norte, como Piccolo solo, instrumento com o qual desde muito cedo desenvolveu enorme empatia.
No âmbito do ensino, desde 2008, tem desempenhado função docente em algumas das mais prestigiadas escolas de Ensino Artístico do nosso país, nomeadamente no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, Academia de Música de Costa Cabral e Escola Profissional de Música de Espinho. Orientou masterclasses de Flauta, Flautim e Música de Câmara um pouco por todo o país e ilhas.
Ganhou o 1º Prémio Jovens Músicos – RDP / Antena 2 – em Flauta Transversal (2004) e Música de Câmara (2006). Foi bolseira da Fundação Gulbenkian, da Fundação Eng. António Pascoal e distinguida com uma Salva de Honra pelo Município de Albergaria-a-Velha.

@ João Bacelar

Ana Telles é uma pianista portuguesa, estudou em Lisboa, Nova Iorque e Paris, tendo obtido o grau de Bachelor of Arts (Piano Performance) na Manhattan School of Music e o de Master of Musical Arts (na mesma especialidade) na New York University. Estudou com Yvonne Loriod-Messiaen, Sara D. Buechner, Nina Svetlanova, Dmitry Paperno, Sequeira Costa e Alicia de Larrocha (Piano), bem como Isidore Cohen e Sylvia Rosenberg (Música de Câmara), entre outros. Em Janeiro de 2009 defendeu a tese de Doutoramento subordinada ao tema: Luís de Freitas Branco (1890-1955): parcours biographique et esthétique à travers l’œuvre pour piano na Universidade de Paris IV – Sorbonne (França), em cotutela com a Universidade de Évora, sob a orientação de Danièle Pistone e Rui Nery, tendo obtido a classificação máxima.
Ana Telles tem tocado como solista e integrado grupos de música de câmara em Portugal, Espanha, Alemanha, França, Itália, Irlanda, Polónia, Cuba, Brasil, Taiwan, Coreia do Sul e E.U.A. Apresentou-se em salas prestigiadas tais como a Salle Cortot (Paris), o Grande Auditório de Dijon (França), o Borden Auditorium (Nova Iorque, E.U.A.), a Sophiensaele (Berlim), o Grande e o Pequeno Auditórios da Fundação Calouste Gulbenkian, o Grande Auditório da Culturgest e o Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, entre outras. Tem também participado em numerosos festivais, dos quais se destacam International Computer Music Conference, Jornadas Nova Música, Música Viva, Festival Internacional de Música de Aveiro, Festival Colla Voce (Poitiers, França), Ciclo Jovens Intérpretes (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa), Música em Leiria, Música portuguesa hoje (CCB, Lisboa), Outono de Varsóvia (Polónia, 2008).
Foi solista com as seguintes orquestras: Orquestra Sinfónica Nacional de Taiwan, Gulbenkian, Metropolitana de Lisboa, Filarmonia das Beiras, Clássica da Madeira, Tutti de Levallois, Orchestre de Flûtes Français (Paris, França), Orquestra dos estudantes do Conservatório de Dijon (França), Nuova Amadeus (Roma, Itália), e ainda com a Orquestra de Câmara e a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, o Ensemble Palhetas Duplas e a Orquestra de Sopros da Escola Superior de Música de Lisboa. Colaborou com importantes solistas internacionais (Pierre-Yves Artaud, flauta; Arne Deforce, violoncelo; Frances Lynch, voz, entre muitos outros) e maestros (David Allen Miller, Peter Sundqvist, Franck Ollu, Jean-Sébastien Béreau, Paul Méfano, Adriano Martinolli D’Arcy).
Foi bolseira Fulbright (EUA) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia. É Professora Catedrática e Vice-Reitora para a Cultura e Comunidade da Universidade de Évora.

@ João Bettencourt Bacelar

Ângela Carneiro iniciou os seus estudos musicais na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE – na classe de Pétia Samardjieva. Mais tarde, ingressa na Academia Nacional Superior de Orquestra – ANSO onde trabalhou com Pedro Neves e Paulo Gaio Lima. É na Escola Superior de Música de Lisboa, com a orientação de Clélia Vital, que termina o Mestrado em Performance e o Mestrado em Pedagogia – Violoncelo.
Ao longo do seu percurso teve oportunidade de trabalhar com vários violoncelistas entre eles: Paulo Gaio Lima, Luís Claret, Daniel Muller Schott, Clélia Vital, Xavier Gagnepain, Romain Garioud, Miguel Rocha, Rainer Zepperling, Dmitri Fershtmann, Maria de Macedo, Gary Hoffman. Integrou a escola de verão Meadowmount School of Music (Nova Iorque) onde trabalhou com Melissa Kraut e Hans Jensen.
Foi premiada do PJM – Prémio Jovens Músicos com um 3.º prémio na modalidade de Música de Câmara – nível médio e uma Menção Honrosa a violoncelo também no nível médio. Mais tarde, na modalidade de violoncelo – nível superior, foi-lhe atribuída uma Menção Honrosa. Com o Trio Vertix obteve um diploma de Honra no Torneo Internationale di Musica, em Colónia.
É membro do Ensemble 20/21 e colabora com vários agrupamentos e orquestras nacionais, mais regularmente com o Ensemble DME (Dias da Música Eletroacústica) assim como o Ensemble MPMP (Património Musical Vivo).
Enquanto pedagoga orienta com regularidade Masterclasses em várias escolas e Festivais nacionais. Foi bolseira da AMEC de 2001 a 2003 e da Fundação Calouste Gulbenkian de 1998 a 2004. É, desde setembro de 2012, professora e coordenadora da classe de violoncelo na Escola de Música do Colégio Moderno.

@ João Capinha

Cláudio da Silva é trompetista com atividade internacional, tendo-se apresentado como solista e em ensemble em cidades como Nova Iorque, Paris, Londres, Berlim, Hong Kong e Sydney.
Ao longo da sua carreira, trabalhou com diferentes encenadores, coreógrafos e maestros, explorando a presença do músico em cena e o diálogo entre som, corpo e espaço. Desde 2017, integra como solista a digressão mundial da peça Bacantes – Prelúdio para uma Purga, da coreógrafa Marlene Monteiro Freitas, com mais de 150 apresentações internacionais. Ainda com a coreógrafa, integrou a direção artística e musical da ópera Lulu, de Alban Berg (2023), numa coprodução do Theater an der Wien com a Orquestra da Rádio de Viena, bem como de Pierrot Lunaire, de Arnold Schönberg (2021), com o ensemble Klangforum Wien, numa encenação que transformou a peça numa obra de teatro música, com os músicos a assumirem movimentos coreografados e presença cénica ativa.
É doutorando em Artes Musicais na Universidade Nova de Lisboa, onde investiga as técnicas do trompete na música contemporânea e a interligação entre a música e outras artes, como o teatro e a dança. Tem apresentado conferências sobre esta área em diversos contextos internacionais, nomeadamente na Ásia e na Europa.

Damiano Meacci nasceu em 1973. É músico e investigador sonoro ativo há quase trinta anos.
A partir de meados dos anos 90 do século XX, iniciou a sua atividade com a eletrónica ao vivo, colaborando com o centro Tempo Reale. O seu compromisso com a eletrónica ao vivo levou-o a procurar por novas abordagens e soluções tecnológicas e musicais que visava aplicar a este tipo de repertório. Ainda no contexto da sua investigação, fez inúmeras experiências com outros temas no âmbito da prática da performance relacionados com a eletrónica ao vivo, mas também com a eletroacústica e a difusão sonora.
Ao longo dos anos tem estado envolvido com a criação de conteúdos sonoros para performances e instalações sonoras. Meacci tem-se apresentado em inúmeros festivais de música contemporânea nacionais e internacionais. Os projetos que resultam da sua ampla atividade artística e de investigação têm sido divulgados em várias conferências e colóquios.
Desde 2008 leciona Música Eletrónica em vários Conservatórios de Música. Atualmente é professor de Música Computacional no Conservatório Luigi Cherubini, em Florença.

@ Roberto De Biasio

Francesco Giomi é compositor, improvisador e artista sonoro. Colaborou com Luciano Berio e outros importantes compositores, músicos, coreógrafos e realizadores, para além de orquestras e ensembles italianos e estrangeiros. Liderou a equipa de música eletrónica ao vivo do Tempo Reale (centro de investigação, produção e didática musical fundado por Berio em 1987, em Florença) em teatros e festivais internacionais. As suas obras são regularmente apresentadas em festivais e concertos por todo o mundo.
Nos últimos dez anos, iniciou uma série de projetos criativos investigando as relações entre a música eletroacústica e a improvisação e, ainda, a direção de performances colaborativas em diversos contextos.
Enquanto artista e compositor, colaborou com diversos artistas como, por exemplo, David Moss, Uri Caine, Jim Black, Stefano Bollani, Elio Martusciello, Sonia Bergamasco, Virgilio Sieni, Simona Bertozzi e Micha Van Hoecke. Também gravou discos em diversas editoras, nomeadamente: Die Schachtel, EMA Vinci, Tempo Reale Collection, Miraloop e Slowth Records.
Enquanto investigador, publicou três livros monográficos e mais de oitenta artigos e edições para editoras, tais como: Mouton de Gruyter, MIT Press, Swets & Zeitlinger, Harwood Academic Publisher, Indiana University Press, Cambridge University Press, Il Mulino, ERI-RAI, Zanichelli, Arcana, LIM, entre outras.
É atualmente professor de Música Eletroacústica e Composição no Conservatório de Música de Bolonha e diretor do Tempo Reale.

João Dias é percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais FCSH-UNL-ESML com bolsa da FCT.
É membro do Drumming GP e Sond’Ar-te Electric Ensemble, com os quais já fez dezenas de estreias. A solo já desenvolveu dois projetos dedicados à disseminação da música portuguesa, Caixa Elétrica, em 2016, e DiRESoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço, em 2018.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes.
Integrou a European Union Youth Orquestra entre 2006 e 2009, onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse pela colaboração intérprete-compositor na criação. Colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, OSP e Coro Casa da Música, entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e Universidade do Minho.

© Patrick Hürlimann / Lucerne Festival

João Pacheco é um músico português que utiliza a percussão como veículo para a música contemporânea, complementando sua atividade com trabalhos em música eletroacústica, composição e colaborações em projetos multidisciplinares. A sua maior atividade está na música de câmara, sendo parte integrante do Ensemble of Nomads, Ensemble Inverspace, Ensemble Phoenix Basel, TAL Trio e Blechtrommel Duo. Além disso, trabalha como freelancer com vários agrupamentos de música contemporânea na Europa. Em todos os seus projetos, Pacheco busca criar relações estreitas com quem colabora, absorvendo as suas ideias e dando ferramentas para concretizar as suas visões artísticas.
Nos últimos anos, apresentou-se em festivais como Wien Modern, ECLAT (Stuttgart), Lucerne Festival, ULTIMA (Oslo), ManiFeste IRCAM (Paris), entre outros. Participou também em produções de instituições como Lucerne Festival, Staatsoper Hamburg e Theater Basel, e realizou residências na New York University, Durham University e University of North Carolina – Chapel Hill.
Pacheco estudou em Espinho, Porto, Lisboa e Basileia, com percussionistas como Pedro Carneiro, Miquel Bernat e Christian Dierstein. No Elektronisches Studio Basel, fez estudos de electroacústica e composição com Volker Böhm e Erik Oña. Desde 2023, é professor associado na Universidade de Ciências e Artes Aplicadas de Lucerna, Suíça, e assistente na classe de percussão da Hochschule Für Musik Basel.

@ Vitorino Coragem

José Eduardo Gomes é um maestro português, laureado com o 1.º prémio no European Union Conducting Competition e o Prémio Beethoven, no mesmo concurso. É Professor na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML). Foi maestro titular da Orquestra Clássica do Centro, maestro associado da Orquestra Clássica do Sul, maestro titular da Orquestra Clássica da FEUP, professor na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo (ESMAE), maestro titular do Coro do Círculo Portuense de Ópera e maestro principal da Orquestra de Câmara de Carouge (Suíça).
Iniciou os estudos de clarinete em V. N. Famalicão, na Banda de Música de Famalicão. Prosseguiu-os na ARTAVE e na ESMAE, formando-se na classe de António Saiote e recebendo o Prémio Fundação Eng.º António de Almeida. Mais tarde, frequentou a Haute École de Musique de Genève (Suíça), estudando direção de orquestra com Laurent Gay e direção coral com Celso Antunes.
É membro fundador do Quarteto Vintage e do Serenade Ensemble. Foi laureado com o Prémio Jovens Músicos (categorias de clarinete, música de câmara e direção de orquestra) e o Concurso Internacional de Clarinete de Montroy (Valência).
Foi convidado para atuar em festivais de música portugueses com solistas como Maria João Pires, Diemut Poppen, Sebastian Klinger, Bruno Giuranna, Artur Pizarro, Natalia Pegarkova, Adriana Ferreira, entre outros.
Na temporada 2023/24, teve concertos em Portugal, França, Bulgária e Hungria. Participou em produções de óperas como Don Giovanni e Così fan tutte (Mozart), Lo Speziale (Haydn), e La Donna di Genio Volubile (Marcos de Portugal), e Os Noivos de Francisco de Noronha. Foi diretor musical de Alice no País das Maravilhas, com a OSP, produção da CNB. Foi Diretor Musical da ópera Blimunda, de A. Corghi, com libreto de José Saramago, e da ópera Trilogia das Barcas, de Joly Braga Santos, ambas produções do TNSC.
É diretor artístico da JOF — Jovem Orquestra de Famalicão. Em 2018 foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural — Cidade de V. N. Famalicão.

@ Giulia Fedel

Livia Rado nasceu em 1984, é soprano e destaca-se pela sua atividade incessante centrada no repertório contemporâneo. Primeira voz do Ensemble L’Arsenale dirigido por F. Perocco, colaborou posteriormente com outros agrupamentos, tais como: Algoritmo, Prometeo, MDI, Contempoartensemble, Ex Novo, FontanaMix, Altre Voci, Eutopia, Ensemble U, Hyoid e Aton et Armide. As suas performances incluem obras de L. Nono, S. Sciarrino, A. Guarnieri, G. Manzoni, M. Feldman, B. Ferneyhough, W. Rihm, I. Fedele, B. Furrer, T. Larcher, G. Grisey, N. Castiglioni, L. Dallapiccola, P. Hindemith e A. Schoenberg.
Mais recentemente apresentou obras como: o Diario Polacco n. 2 de L. Nono e Doppio Sogno de A. Guarnieri, em estreia mundial para o Festival Internacional de Chigiana; Una lettera e 6 canti de S. Sciarrino, em estreia mundial, com o ensemble MDI para a Milano Musica e, mais tarde, para a Société de Musique Contemporaine du Québec (Montreal) e para o Festival Acht Brücken (Colónia); Lo stridere luttuoso degli acciai de A. Guarnieri com o ensemble Fontanamix para o Festival Exitime (Bolonha).
Rado foi primeiro soprano solo em obras como Prometeo de L. Nono para a Bienal de Veneza, com a Orquestra de Pádua e do Veneto, dirigida por M. Angius; An Index of Metals de F. Romitelli para o Festival To Listen To (Turim), com o ensemble Altre Voci, dirigido por M. Angius; Requiem per Marzabotto de A. Guarnieri, em estreia mundial, para o Teatro Comunale di Bologna, dirigido por T. Battista.
Gravou várias obras para editoras como: a Stradivarius, EMA Vinci, Decca e Kairos. A última obra intitulada Dieci versi di Emily Dickinson de G. Manzoni com a Orquestra de Pádua e do Veneto, dirigida por M. Angius, está incluída no CD Parole da Beckett (Stradivarius), e foi vencedora do Prémio Especial Abbiati 2023.

@ Cristina Andolcetti

Monica Benvenuti nasceu em 1962, em Florença. É uma cantora italiana, licenciada em Letras e Filosofia. Nos primeiros anos de carreira dedicou-se predominantemente ao repertório barroco e clássico e, mais tarde, desenvolveu um interesse específico pela música do século XX e da contemporaneidade, levando-a a explorar o potencial da voz humana em relação às diferentes línguas, desde a recitação ao canto lírico, passando por vários níveis de expressão.
Apresentou-se em concertos na Alemanha, França, Espanha, Bélgica, República Checa, Hungria, Suécia, Japão, Brasil e Estados Unidos, interpretando sobretudo canções que lhe foram dedicadas.
Em 2004, o compositor Sylvano Bussotti convidou-a para participar na obra Passion selon Sade, na qual interpretou o papel de Justine/Juliette (a protagonista) no Teatro de La Zarzuela, em Madrid. Colaborou diversas vezes com Bussotti, que lhe dedicou várias obras, nomeadamente: Pianobar pour Sade (2005), Silvano-Sylvano (2007), Rara film (2008).
Benvenuti tem gravado para editoras como a: Arts, Materiali Sonori, Nuova Era, Sam Classical, ARC Edition, Ema Records, Sheva Collection e Da Vinci Classical.

@ Casa da Música

Ricardo Pereira é trombonista e compositor. Iniciou os seus estudos musicais com o pai, António Pereira, e, formalmente, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, orientado por Zeferino Pinto. Formou-se em 2006 com a classificação máxima, recebendo o Prémio de Mérito Artístico. Concluiu a Licenciatura em Música (2009) na ESMAE-IPP, sob a orientação de Severo Martinez. Concluiu o Mestrado em Ensino de Música na Universidade do Minho (2011-2013) e obteve o Título de Especialista em Música pela ESML-IPL (2010). Frequenta o doutoramento em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes do Porto. Estudou com diversos mestres/solistas internacionais, como Jacques Mauger, Jon Etterbeek, Petur Eiriksson, Gyorgy Gyivicsan, Vincenzo Paratore, Stefan Schulz, Otmar Gaiswinkler, Andrea Conti, Charles Vernon, Mark Hampson, Andreas Klein, Achilles Liarmakopoulos, Jesper Busk Sørensen, Toby Oft, Bart Claessens e Massimo La Rosa.
Recebeu o 1º prémio no 16º Chieri International Competition 2016, o Prémio Jovens Músicos (RTP/Antena 2, 2013), o 2º Concurso Nacional Terras de La Salette 2009 e o 2º prémio no IX Concurso Internacional de Composição Festival SBALZ 2022.
Desde 2014, é trombone solista no Remix Ensemble Casa da Música, estando anteriormente na Orquestra do Norte. Colaborou com a Orquestra Sinfónica do Porto CdM, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica da Galiza e Klangforum Wien. Integra ensembles internacionais e academias de orquestra como a European Union Wind Orchestra, Orquesta Joven de la Sinfónica de Galicia, International Mahler Orchestra, The World Orchestra e Lucerne Festival Academy. Como solista, apresentou-se com a Orquestra Gulbenkian, a Chieri Sinfonietta Orchestra (Itália), a Banda Sinfónica Portuguesa e a Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo.
Leciona trombone na ESML. Em 2020, lançou o álbum Improbabile, em colaboração com a harpista Erica Versace. É apoiado pela marca de trombones Greenhoe.

Stefano Malferrari nasceu em Bolonha em 1961. Após iniciar os seus estudos de piano no Conservatório Martini em Bolonha, terminou com nota máxima e honras na classe de Franco Scala no Conservatório “G. Rossini” em Pesaro. Posteriormente, aprimorou as suas capacidades com Jörg Demus e Gyorgy Sandor.
Deu concertos em Itália e em vários países europeus, América Central e do Sul e Ásia, assim como em vários festivais internacionais, tais como: Pesaro, Spoleto, Milão, Turim, Veneza, Bergen, Ravenna, Cartagena.
É atualmente professor no Conservatório “G.B. Martini” de Bolonha, tendo durante vários anos ocupado o cargo de subdiretor. Dá regularmente masterclasses de piano em Itália e no estrangeiro e, com alguma frequência, participa em conferências-concertos com o intuito de fazer uma divulgação historicamente informada da música erudita.
Gravou vários CDs para a Tactus, a EMA Vinci e a Nuova Carrich.

 

Participantes no simpósio

Adriano Guarnieri é um compositor italiano e nasceu perto de Mântua em 1947. Concluiu os seus estudos musicais no Conservatório de Bolonha, obtendo diplomas em música coral (sob a orientação de Tito Gotti) e em composição (orientado por Giacomo Manzoni). Iniciou a sua carreira musical trabalhando como maestro e compositor e fundou, em 1975, o Nuovo Ensemble Bruno Maderna, em Florença. Começou com uma abordagem estilística próxima do estruturalismo em obras como Musica per un’azione immaginaria e L’art pour l’art, ambas compostas em 1976. Guarnieri desenvolveu posteriormente uma linguagem extremamente original que os críticos definiram como cantabilità métrica, que evitava reutilizar temas ou melodias tradicionais e surgia, invariavelmente, a partir do interior do material sonoro. Esta descrição também se aplica às partituras do compositor, que se encontram preenchidas com uma miríade de marcações dinâmicas e agógicas que determinam coletivamente a forma e o som. Guarnieri tem uma profunda admiração musical por compositores como Franz Schubert e Luigi Nono. Muitas das suas obras inserem-se no contexto do teatro-música. Guarnieri é considerado um dos mais importantes compositores italianos de música experimental dos últimos cinquenta anos e a sua influência cultural permanece até hoje. A importância das suas produções teatrais reside nas ideias dramatúrgicas e composicionais originais, observadas em composições como Trionfo della notte, um drama lírico de um ato apresentado em Bolonha em 1987 (tendo-lhe sido atribuído pela primeira vez o Prémio Franco Abbiati, da Associação Nacional Italiana de Críticos Musicais), e continuando até às mais recentes produções como Fammi udire la tua voce, um drama lírico de 2017, e Infinita tenebra di luce, de 2018. A sua produção musical inclui outras obras significativas que expõem uma linguagem vocal e instrumental características de Guarnieri, assim como uma visão teatral e dramatúrgica.

Brigida Migliore é pianista, compositora e musicóloga. Construiu a sua experiência e conhecimento artístico entre Itália e França. Mantém uma intensa atividade ligada ao concerto pela Europa, atuando como solista em repertório de música de câmara e como compositora, trabalhando com importantes instituições e ensembles. Em 2024, foi galardoada com o Prémio Festi pela Accademia Filarmonia di Bologna, obtendo o prémio de melhor compositora. Brigida foi ‘Ater’ (professora e investigadora) em musicologia na Universidade de Aix-Marseille (2016-2018), tendo concluído o doutoramento em Música e Musicologia em 2022. A sua tese dedica-se às influências árabes e música contemporânea nas obras de Zad Moultaka, conquistando o primeiro prémio do Prix de thèse de la ville de Marseille. Colaborou ainda com o Laboratório PRISM-CNRS em Marselha, nomeadamente na criação do catálogo J.-C. Risset. Desde 2023, Brigida é Chercheuse associée no Laboratório CRILLASH da Universidade das Antilhas. Atualmente é professora de Teoria da Harmonia e Análise Musical no Conservatório de Música de Salerno “Giuseppe Martucci” e membro do Conselho Académico do Conservatório de Música de Taranto “G. Paisiello”.

Cristina Berio é a única filha do casamento entre Cathy Berberian e Luciano Berio. De nacionalidade ítalo-americana, viveu durante vinte anos no Rio de Janeiro (Brasil), onde trabalhou em produções cinematográficas, e tamnbém como como percussionista e cantora em grupos de jazz e de música popular brasileira. Mais tarde, em Los Angeles, estabeleceu-se como uma investigadora e produtora de prestígio, criando documentários únicos e envolventes sobre atualidade e cultura para a BBC e a VPRO (televisão holandesa), filmados em diversos locais do mundo. Paralelamente, continuou a sua carreira musical, integrando durante muitos anos o grupo Tribaljazz, fundado pelo baterista dos The Doors, John Densmore. Atualmente, Cristina Berio vive entre Los Angeles e Itália, e trabalha como Supervisora Musical e de Dobragem em projetos de Steven Spielberg, Robert Zemeckis e Stephen Soderbergh, e em lançamentos para cinema da DreamWorks, Paramount, Universal, Sony e Amazon Prime. Juntamente com o filho, Alessandro Berio, é responsável pelo conteúdo do site dedicado à sua mãe, www.cathyberberian.com

Diogo Alvim compõe música instrumental e eletroacústica, toca música eletrónica ao vivo e desenvolve projetos de artes sonoras. Trabalha na fronteira entre a música e as artes sonoras, explorando as suas interações com a arquitetura, os contextos específicos, e as outras artes. Formou-se em arquitetura e composição em Lisboa, e em 2016 terminou um doutoramento no Sonic Arts Research Center da Queen’s University Belfast sobre as relações entre música e arquitetura. Leciona Artes Sonoras e Projeto na Licenciatura e no Mestrado de Som e Imagem na ESAD (Caldas da Rainha) e é investigador integrado do CESEM (Centro de Estudos em Música), NOVA FCSH. Colabora regularmente com artistas plásticos, sonoros, coreógrafos e encenadores, em produções tão diversas como instalações, vídeo, dança, performance, percursos performativos, e outros projetos híbridos.

Isabel Pires é investigadora, compositora e intérprete de música acusmática. Doutorada pela Universidade de Paris VIII em Esthétique, Sciences et Technologies des Arts, é professora auxiliar e coordenadora executiva do Departamento de Ciências Musicais da NOVA FCSH. Integra a Direção do CESEM, onde é membro do Grupo de Investigação em Música Contemporânea, e coordenadora do Laboratório de Informática Musical e do LaPRA – Laboratório de Preservação e Restauração de Áudio. É codiretora da revista Filigrane (França) e fundadora da conferência e revista Nova Contemporary Music. A sua atividade foca-se na música eletroacústica, análise, composição e preservação do património sonoro do século XX.

 

Apoios
Instituto Italiano de Cultura de Lisboa
Tempo Reale
Teatro Municipal São Luiz
Antena 2
Escola Superior de Música de Lisboa (ESML)
CESEM – Centro de Estudos em Música, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – NOVA FCSH
IN2PAST – Laboratório Associado para a Investigação e Inovação em Património, Artes, Sustentabilidade e Território
Centro Studi Luciano Berio
Cristina Berio (cathyberberian.com)


Organização
Filipa Magalhães
Francesco Giomi
Carlos Caires
Carlos Marecos
Serena Roberti
Sérgio Henriques


Equipa técnica
Damiano Meacci
João Proença
António Aguiar
Guilherme Franco
Gabriela Marramaque
José Resende
Iluminação: Carlos Marecos
Comunicação: Ana Sofia Malheiro
Fotografia de capa: Luciano Berio © New York Philharmonic Shelby White & Leon Levy Digital Archives
Conceção de capa: Beatriz Mouzinho


Direção, coordenação artística e curadoria Filipa Magalhães

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