Pré-lançamento do álbum “Mova Dreva”

Pré-lançamento do álbum “Mova Dreva”

Liceu Camões

Pré-lançamento do álbum “Mova Dreva”

Pré-lançamento do álbum “Mova Dreva”

Liceu Camões

Temporada de Concertos Antena 2

24 junho | 19h00
Auditório do Liceu Camões
Entrada gratuita

Mova Dreva

Katerina L’dokova, piano, voz e composição
João Moreira, trompete
Francisco Nogueira, contrabaixo
Samuel Dias, bateria

Programa
Pré-lançamento do álbum Mova Dreva vol.II

Dole (tradicional da Ucrânia, arr. Katerina L’dokova)

Goliale (tradicional da Bielorrússia, arr. Katerina L’dokova)

Monte (tradicional de Portugal, arr. Katerina L’dokova)

Maslenka (tradicional da Bielorrússia, arr. Katerina L’dokova)

Apenas paisagem (composição Katerina L’dokova)

Esperança (composição Katerina L’dokova)

Miadunitsa (tradicional da Bielorrússia, arr. Katerina L’dokova)

Ramony (tradicional da Bielorrússia, arr. Katerina L’dokova)

Ziaziulia (tradicional da Bielorrússia, arr. Katerina L’dokova)

Mova Dreva é um projeto idealizado pela pianista e compositora Katerina L’dokova que cruza melodias tradicionais da Bielorrússia, Ucrânia e Portugal com a linguagem do jazz contemporâneo e da improvisação.
Em quarteto, o grupo apresenta repertório em pré-lançamento de Mova Dreva Vol. II, onde o jazz se afirma como espaço de diálogo entre tradição, criação e escuta coletiva.

Este concerto marca o primeiro contato do público com o novo repertório, num momento de pré-lançamento do Vol. II de Mova Dreva.

 

Transmissão direta
Apresentação: João Almeida
Produção: Anabela Luís, Cristina do Carmo

 

Katerina L’dokova é pianista, compositora, cantautora e professora, com raízes na Bielorrúsia e em Portugal. A sua arte foi descrita pela Vogue como “pequenos pedaços de luz”. A sua discografia reflete um percurso diverso e singular.
Em 2016, lançou Ledok, dedicado à música original para danças tradicionais europeias. Em 2019, Travessia celebrou a música e poesia portuguesas. Já Mova Dreva (2021) mergulha nas suas raízes bielorrussas, cruzando melodias tradicionais com sonoridades jazzísticas e contemporâneas. A Jazz.pt destacou o álbum como uma viagem ao “eu interior, à relação com a terra e ao sentimento de pertença”.
Katerina tem-se apresentado em inúmeros palcos e festivais, incluindo a Casa da Música, Hot Club, Porta-Jazz, Salão Brasil e teatros como os da Guarda, Vila Real, Estarreja e Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas. Participou no Festival Músicas do Mundo em Sines, no Maré de Agosto, e levou a sua música a países como Canadá, Brasil, Suécia, Espanha, França e Índia.
Em 2024-2025, integrou a banda de Salvador Sobral na digressão do álbum Timbre. A sua versatilidade estende-se ao universo infantil, colaborando com Nuno Cintrão em projetos musicais apresentados no CCB e na Fundação Calouste Gulbenkian. É cofundadora do coletivo Prolíficas, dedicado à composição feminina.
Licenciada em piano jazz e mestre em educação com especialização em jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, é também professora na Escola do Hot Club de Portugal e autora de podcasts sobre música do Leste Europeu para a Rádio Olisipo.

João Moreira é um trompetista nascido em Lisboa, em 1970. Tem uma extensa carreira na área do jazz e da música improvisada, da qual se podem destacar as colaborações com músicos como Carlos Barretto, João Paulo Esteves da Silva e os seus irmãos Pedro e Bernardo Moreira. Colabora regularmente com artistas da área do fado como Camané, Cristina Branco ou ainda Paulo de Carvalho. Tocou com o cantor/compositor brasileiro Ivan Lins e com a dupla Airto Moreira/Flora Purim.
Toca actualmente com o cantor António Zambujo (tendo feito o arranjo do tema Pica do 7, vencedor do Globo de Ouro na categoria de Melhor Música do ano de 2014, e tendo ainda co-produzido o CD Avesso editado em 2018 e nomeado para um Grammy).
João Moreira é também coordenador da licenciatura em Jazz na Escola Superior de Música de Lisboa (Instituto Politécnico de Lisboa), onde leciona desde 2008.

Francisco Nogueira é um artista multifacetado, tendo trabalhado como compositor, arranjador e intérprete nas mais diversas áreas artísticas como música, teatro, dança e pintura.
Estudou na Academia de Amadores de Música, na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas, tendo concluído a licenciatura em Contrabaixo Jazz no Conservatory van Amsterdam e o curso de Produção Musical na Escola Restart Creative Education.
Com o seu quinteto venceu o prémio de Melhor Composição atribuído pelo Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro, o prémio Melhor Projecto com Biloba, pela Restart Creative Education e uma menção honrosa da sua composição Uma Revoada num Sonho no Concurso de Composição Bernardo Sassetti.
Do seu vasto currículo como compositor destacam-se a criação de música original para a peça de teatro A Morada realizado pela companhia Teatro dos Aloés e a banda sonora original para curta Nada Para Ver Aqui de Nicholaz Bouchez, vencedora de uma Menção honrosa na edição Berlinale 2022. Como arranjador destaca-se pela sua colaboração com a Orquestra Ligeira de Lagos e com o coro Vozes da Terra e como contrabaixista são de mencionar os projetos de performance aliados à dança contemporânea de Connor Scott, Poof, estreado na Culturgest, e a performance Between Us da pintora Maria Who.
Da sua discografia destacam-se as colaborações com Gimba, Luís Catorze, Vasco Ribeiro e os Clandestinos, Chica, Filipa Franco e Tristan Schmidt.
De momento Nogueira é baixista de diversos projetos tais como Jazz Opa – Sons da Lusofonia, Arma, Alice Ruiz, Vasco Ribeiro e os Clandestinos, Filipa Franco, Chica, tendo também trabalhado com Nuno Ferreira, Eva Parmenter e Kumpania Algazarra. Da sua autoria são de mencionar a banda Biloba, da qual é fundador e compositor, baixista, cantor, letrista, e o Francisco Nogueira Quinteto.

Samuel Dias é um músico de jazz, pianista e baterista, nascido em Lisboa em 1997. Inicia a sua formação musical na Escola de Jazz de Torres Vedras, onde estudou piano e bateria. Inicia a sua formação jazzística na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas, do Hot Club Portugal, concluindo em 2016 o curso de bateria, com Luís Candeias.
Em 2016, dá dois concertos no Hot Club Portugal com o aclamado saxofonista Andy Sheppard e grava o disco Crime, com João Paulo Esteves da Silva e Nazaré da Silva. Em 2017, grava o disco The Chronicles of Three Sociopaths – Soundtrack – Part I & II com o João Fragoso Sexteto.
Neste ano, é selecionado para representar a escola do Hot Club Portugal no encontro mundial de escolas de jazz em Siena, onde teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos mais proeminentes estudantes de jazz, bem como com nomes já estabelecidos como David Liebman, Jeff Siegel e André Charlier.
Licencia-se na Escola Superior de Música de Lisboa (2017/2021), em Performance – vertente Bateria-Jazz.
Em 2021, grava o disco Gingko (editora Robalo) com o quinteto da Nazaré da Silva. No mesmo ano grava – com o apoio da Fundação GDA – o disco Cada Qual no Seu Buraco, com a artista emergente Chica.
Em 2022, toca em Berlim com Apophenia, grupo de jazz contemporâneo que co-fundou em 2019. Ainda em Berlim, grava o disco Protzeler, lançado em Julho de 2022 e que conta com o selo da editora Robalo.
Como freelancer, trabalhou com nomes como Nelson Cascais, Manuel Freire, Ramon Galarza, João Paulo Esteves da Silva, entre outros.