Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho

Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho

Santo Tirso

Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho

Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho

Santo Tirso

O Festival Palheta Bendita tem como objetivo valorizar a diversidade das práticas musicais e dos instrumentos musicais populares de Portugal e do mundo. A 17ª edição está de volta a Santo Tirso, e traz também um elenco multicultural dedicado às músicas do mundo.
9 a 11 Junho
Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho
Parque de Geão | Santo Tirso
Entrada livre

Feira de construtores de instrumentos
Concertos de Músicas do Mundo
Palestras
Oficinas de Instrumentos Musicais
Palheta Bendita é um festival que valoriza músicos e construtores, bem como o património material e imaterial que lhes está associado. Desde a sua criação em 2005 que o festival tem vindo a crescer, tornando-se uma referência no âmbito do circuito de mostras de construtores de instrumentos musicais populares em Portugal e na Galiza.
Santo Tirso recebe no 2º fim de semana de junho, a feira de construtores de instrumentos musicais, mas também palestras, oficinas, circo e ainda concertos dos luso-brasileiros Orquestra Bamba Social, dos portugueses Galandum Galundaina, do iraniano Saeid Shanbehzadeh e dos galegos Muiñeiros do Sarela
Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho

Concertos 

– Saeid Shanbehzadeh 
Uma abordagem única sobre danças e músicas tradicionais originárias do Golfo Pérsico e mais especificamente da província de Bushehr, região sul do Irão. Os principais instrumentos são o Neyanbânn (gaita de fole iraniana), o Neydjofti (flauta dupla), o Dammam (tambor de dupla face), o Zarbetempo (percussão), a flauta tradicional, o Senj (espécie de prato) e o Boogh (chifre de bode).
Saeid Shanbehzadeh defende, com paixão e convicção, uma tradição um tanto marginal do Irão moderno. Um grande virtuoso da gaita de foles, jirba. Saied faz parte de uma geração de músicos que defende um legado musical que se transmite in loco. Movido pelo vasto movimento migratório atual, busca inspiração em outras expressões musicais pelo mundo.
– Galandum Galundaina
Faz parte da genealogia de uma região com um património cultural único onde a música de raiz tradicional se funde com a língua mirandesa dando origem a um universo musical singular. O cancioneiro tradicional mirandês está na base do grupo que com os seus instrumentos recria temas explorando ritmos, dinâmicas e harmonizações dotados de contemporaneidade sem esquecer a memória, não tão distante, do isolamento geográfico e cultural que foi forjando as características identitárias da Terra de Miranda. 

– Orquestra Bamba Social
As sonoridades brasileiras e o calor das rodas de samba
A paixão pelo samba, juntou em 2012 um coletivo de 17 músicos na cidade do Porto. A Orquestra Bamba Social apresenta trabalhos autorais e revisita diversos clássicos da música brasileira, recriando-os e acrescentando sonoridades como o jazz, funk e hip-hop.
Ao longo dos seus 10 anos de carreira, atuaram nas mais importantes salas de Portugal e além fronteiras.
– CRUA
Por entre as ruas cinzentas do Porto, inspirada em convívios nas praças e jardins ou à volta de uma mesa, surgiu uma vontade comum. Cantar. Tocar.
Olhando para a música tradicional, procuramos a identidade e o sentimento como um processo vivo. O repertório é plural, com forte incidência portuguesa, onde o adufe assume um lugar predominante.
6 adufes. 6 vozes. 6 multiplicações de outras percussões.
Um concerto pulsante e intimista, terno e vigoroso, numa viagem pessoal pela raiz tradicional ibérica, oferecida a quem vê e ouve como uma conversa de amigas em horas soltas.
– Muiñeiros do Sarela 
Da Galiza chegam as aconchegantes cantigas de taberna.
Associação sediada em Compostela (A Coruña), fundada em 2008, com o objetivo de criar um espaço participativo e aberto para divulgar a música tradicional da Galiza e promover a língua galega. O seu repertório é composto por música tradicional galega, embora incorporem também um pequeno repertório de música portuguesa. Em Compostela organizam os Cantos de Taberna, que se realizam regularmente.

– Pedro Viana & João Martins 
A paixão pelos instrumentos de corda ibéricos uniu este duo que se dedica à composição própria e à reinterpretação de música tradicional. Com um conjunto de instrumentos antigos, dos quais se destacam a sanfona e a viola braguesa, proporcionam uma viagem por diferentes ritmos do sul da Europa, com melodias que evocam a música tradicional ibérica, por vezes em contraste com arranjos modernos e exploratórios.
 
Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho

Performance circense
 

– Circoreto 
A Nuvem Voadora é uma companhia de circo contemporâneo e teatro de rua que realiza espetáculos e formações onde promove e desmistifica a linguagem do clown. Todas as suas criações são reflexo disso, cruzando a arte do palhaço com diferentes técnicas e várias linguagens artísticas, como o circo, a música, a dança ou vídeo, envolvendo profissionais com formações diversas, para criar espetáculos acessíveis a todos os públicos.
A nova criação da Companhia Nuvem Voadora é inspirada nestes espaços genuínos, ricamente ornamentados ou mais simples, redondos, octogonais ou com outras formas, rodeados de grandes árvores ou pequenos jardins cuidadosamente desenhados, os coretos.
Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho
Oficinas (com inscrição)
 – Sanfona (com Anxo Pintos)
 – Nyckelharpa (com Sérgio Calisto)
 – Percussão e gaita-de-fole da “treboada galega” (com Xerardo Santomé)
 – Combo de instrumentos (com a Orquestra Bamba Social)
Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho
Palestras
A Treboada Galega, por Xerardo Santomé

O processo de inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial "As práticas do bombo em Portugal", por Jorge Castro Ribeiro
Festival Palheta Bendita | 9 a 11 Junho

+ Informações
em www.palhetabendita.pt