António Nunes Pereira e o Palácio Nacional de Queluz

António Nunes Pereira e o Palácio Nacional de Queluz

Memórias Futuras

António Nunes Pereira e o Palácio Nacional de Queluz

António Nunes Pereira e o Palácio Nacional de Queluz

Memórias Futuras

Pedro Dias de Almeida em Memórias Futuras conversa com o diretor dos Palácios Nacionais de Sintra e Queluz, sobretudo, sobre as histórias do Palácio Nacional de Queluz, 200 anos depois da morte do monarca D. João VI

António Nunes Pereira e o Palácio Nacional de Queluz

Estudou arquitetura, mas o seu objetivo nunca foi ser arquiteto. Desde os 13 anos que tinha a certeza do que queria: desenhar e compreender, o melhor possível, os grandes monumentos e edifícios históricos.
Hoje, António Nunes Pereira passa uma boa parte da sua vida dentro de palácios. É diretor dos Palácios Nacionais de Sintra e Queluz, integrando, desde 2010, a equipa da empresa Parques de Sintra – Monte da Lua. Sabe que esses lugares contam muitas histórias, algumas com mistérios ainda por revelar, e gosta de as partilhar com os visitantes.

Nesta edição do Memórias Futuras fala-se sobretudo do Palácio Nacional de Queluz, menos visitado que os seus congéneres de Sintra, que tanto foi lugar de recreio às portas de Lisboa – com belos jardins, estufas, gaiolas e até gôndolas num canal -, como ganhou a importância máxima de ser a sede da corte, depois do incêndio que, em 1794, destruiu a Barraca Real, na Ajuda.
D. João VI, que morreu há 200 anos, em março de 1826, dirigiu o país a partir do Palácio de Queluz até à ida da corte para o Brasil, em 1807. Foi um período de transformações profundas, entre o Antigo Regime e o liberalismo nos alvores da idade contemporânea.

António Nunes Pereira gosta de pensar no futuro destes monumentos, sabe bem que vivemos sempre no presente, mas é fácil perder-se, entusiasmado, a recordar as pequenas e grandes histórias do nosso passado comum.
Pedro Dias de Almeida