George Gershwin é o Compositor do Mês em fevereiro na Antena 2. No percurso pela vida e obra do compositor, conduzido por Inês Almeida, no quarto e último episódio desta quarta-feira, detemo-nos em várias obras orquestrais, entre as quais numa das mais emblemáticas, An American in Paris.
George Gershwin: Uma Vida em Música,
a partir da biografia de William George Hyland
Obras orquestrais: An American in Paris, Second Rhapsody, Concerto in F, Variations…
Embora os dotes de Gershwin como maestro fossem limitados, o compositor dirigiu frequentemente interpretações da sua música sinfónica e estreias dos seus musicais, em especial a partir de meados de 1920, à medida que o seu prestígio se consolidava.
A carreira espetacular que estava a desenvolver traduzia-se em altos rendimentos, mesmo durante a Grande Depressão e, como tal, Gershwin frequentava os círculos de elite, enquanto o seu nome surgia ligado ao de várias estrelas de cinema.

Em 1926, Gershwin iniciou a sua coleção de pinturas, esculturas, desenhos e impressões de artistas contemporâneos, como Picasso e Chagall. No ano seguinte começou, ele mesmo, a pintar e a desenhar, acabando por dedicar metade do seu tempo a essas atividades.
Em Junho de 1937, principiaram a relevar-se sintomas associados ao tumor cerebral que havia de ditar a sua morte no mês seguinte, pouco antes de completar 39 anos de idade.
Inês Almeida
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