Isabel Carlos, a casa e o mundo
Isabel Carlos @ Rui Soares

Isabel Carlos, a casa e o mundo

Memórias Futuras

Isabel Carlos, a casa e o mundo

Isabel Carlos, a casa e o mundo

Memórias Futuras

Isabel Carlos é a convidada de Pedro Dias de Almeida no terceiro episódio de Memórias FuturasA diretora do Pavilhão Julião Sarmento, inaugurado em junho do ano passado na zona de Belém, em Lisboa, fala desse projeto, do seu percurso e dos desafios atuais no universo da arte contemporânea

Foi escolhida, em concurso, para dirigir o Pavilhão Julião Sarmento, que desde junho do ano passado revela, em Lisboa, a coleção particular e as referências de Julião Sarmento (1948-2021). Recentemente inaugurada, a exposição Depois de Para Sempre reúne ali, por estes dias, obras de Fernando Calhau e Rui Chafes. No final deste terceiro episódio de Memórias Futuras, Isabel Carlos revela qual a exposição que a partir de maio vai ocupar a área maior do Pavilhão.

Sobre a polémica do momento em relação ao Museu de Arte Contemporânea/Centro Cultural de Belém e a gestão Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Isabel Carlos é muito clara: “Há uma visão completamente errada. Foi uma precipitação da ministra da Cultura. Mas sou uma otimista, errar é humano e tenho a certeza que a ministra vai reverter essa decisão [de concentrar a CACE em Alcabideche]”.

A curadora, nascida em 1962 em Coimbra, onde começou por se dedicar ao teatro e concluiu a licenciatura em filosofia, já dirigiu a Bienal de Sidney, na Austrália, e de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, e fala-nos dessas experiências.
Pedro Dias de Almeida