A estreia desta ópera ocorreu no Teatro Nacional de Praga, especializado em ópera italiana (atualmente chamado de Teatro dos Nobres), em 29 de outubro de 1787.
O libreto de Da Ponte foi classificado, assim como muitos outros da época, como um dramma giocoso, termo que descrevia uma obra que continha um misto de ação cómica e séria.
Mozart classificou-a como uma "opera buffa"; embora ainda hoje seja, por vezes, classificada como cómica, ela apresenta aquelas características mistas.
É esta mistura que a torna, com A Flauta Mágica, a ópera mais influente nos compositores românticos.
Don Giovanni é atualmente considerada uma das principais óperas de Mozart, com As Bodas de Fígaro e A Flauta Mágica. Richard Wagner designou-a como "a ópera das óperas".
Com uma duração de quase três horas, é considerada uma das obras-primas da história das óperas.
Foi a segunda colaboração entre Mozart e Da Ponte depois de As Bodas de Fígaro, tendo o tema sido proposto pelo libretista ao compositor, no final da Primavera de 1787, para atender a uma encomenda do Teatro Nacional, após o sucesso de seu trabalho anterior, e pela qual recebeu um adiantamento de cem ducados.
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