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Imagem de Sttau Monteiro, 100 anos
Cultura 3 abr, 2026, 11:33

Sttau Monteiro, 100 anos

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Cultura 3 abr, 2026, 11:33

Sttau Monteiro, 100 anos

Luís Infante de Lacerda Sttau Monteiro (3 abril 1926 – 23 julho 1993) foi um dos mais importantes escritores, dramaturgos e jornalistas portugueses do século XX.
A sua obra é marcada pela irreverência e por uma forte crítica social e política, tendo sido uma voz ativa na resistência contra a ditadura do Estado Novo em Portugal.

Iniciou a sua carreira literária com a narrativa Um Homem Não Chora, saudada como uma revelação da ficção portuguesa contemporânea, a que se seguiu um romance de grande êxito, Angústia para o Jantar, obra na qual se destaca a ironia, o gosto pela sátira e um certo cinismo, e também a vivacidade dos diálogos.
Como dramaturgo, destaca-se a sua peça de estreia – Felizmente há luar!, escrita em 1961 e que ganhou o Grande Prémio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores. Foi de imediato proibida de ser levada à cena, tendo sido representada só depois do 25 de Abril.

Nasceu em Lisboa, mas viveu uma parte da adolescência em Inglaterra, onde o seu pai foi embaixador. Formado em Direito, exerceu apenas durante dois anos, após os quais parte para Londres. De regresso a Portugal, trabalhou como tradutor e publicista colaborando em várias publicações como a revista Almanaque (1960) e o suplemento “A Mosca” no Diário de Lisboa, vindo a destacar-se neste mesmo jornal a sua coluna com As Redações da Guidinha (1969 e 1970), posteriormente publicadas em livro (2002).

Aquando da publicação da sua primeira peça, Sttau Monteiro encontrava-se preso por suspeita de ter colaborado na ‘intentona de Beja’. Esta experiência traumática leva-o a sair de Portugal, voltando para Inglaterra (onde permaneceu de 1962 a 1967), continuando, porém, a escrever para teatro com originais e adaptações: Todos os anos pela Primavera, em 1963; O Barão (adaptação do romance de Branquinho da Fonseca), em 1965; Auto da Barca do motor fora da borda (adaptação do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente), em 1966.
Regressado a Portugal, voltou a ser preso pela PIDE, em 1967, após a publicação das peças satíricas A Guerra santa e A estátua, onde teceu duras críticas à ditadura e à guerra colonial. A experiência destes dois meses de prisão levou-o a escrever em 1968 a peça As mãos de Abraão Zacut, cuja ação se situa num campo de concentração. Foi representada pela primeira vez em 1969, pelo Teatro Estúdio de Lisboa, com encenação de Luzia Maria Martins.

Como jornalista, colaborou no Diário de Notícias, A Capital, Se7e e Expresso , e dirigiu Confidencial (1984).
Foi coautor, com Alexandre O’Neill, dos diálogos para o filme de Artur Ramos, Pássaros de asas cortadas (1963), adaptação para cinema da peça homónima de Luiz Francisco Rebello.  Em 1971, com Artur Ramos, adaptou ao teatro o romance de Eça de Queirós A relíquia, representada no Teatro Maria Matos, e, ainda no mesmo ano, escreveu a peça Sua Excelência, uma nova sátira social, concebida para o mesmo teatro. Em 1978 criou para o Grupo 4 (Teatro Aberto) a peça de inspiração satírica e brechtiana A crónica atribulada do esperançoso Fagundes, que teve música de Pedro Osório e canções de Ary dos Santos e Paulo de Carvalho.

A maioria das suas peças está traduzida em várias línguas e publicada em diversos países. Por sua vez, foi tradutor de algumas peças de teatro como Summer and Smoke (Fumo de Verão, 1962), de Tennessee Williams, e The Dumb Waiter (O monta-cargas, 1963) de Harold Pinter.

Em 1985, o seu romance inédito Agarra o Verão, Guida, Agarra o Verão, serviu de argumento, com adaptação sua, a uma das primeiras telenovelas portuguesas, Chuva na Areia.

Efeméride Literatura

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