“As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz” de Joseph Haydn, em Marvão

“As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz” de Joseph Haydn, em Marvão

Festival Internacional de Música de Marvão

“As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz” de Joseph Haydn, em Marvão

“As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz” de Joseph Haydn, em Marvão

Festival Internacional de Música de Marvão

Neste domingo, dia 19 de julho pelas 16h00, a RTP Antena 2 prossegue  as transmissões do 11º Festival Internacional de Música de Marvão. Este concerto foi gravado a 22 de julho de 2025, na vila alentejana de Marvão.

19 Julho | 16h00
Gravação pelo FIMM,
a 22 de Julho 2025,
na Cisterna do Castelo de Marvão

Concerto As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz de Joseph Haydn

Christoph Poppen, violino
Muriel Cantoreggi, violino
Adrien La Marca, viola
Bruno Philippe, violoncelo

Programa

Joseph Haydn (1732–1809) – As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz

Introduzione: Maestoso ed Adagio
I. “Pater, dimitte illis, quia nesciunt, quid faciunt” (Largo)
II. “Hodie mecum eris in paradiso” (Grave e cantabile)
III. “Mulier, ecce filius tuus” (Grave)
IV. “Deus meus, Deus meus, ut quid dereliquisti me?” (Largo)
V. “Sitio” (Adagio)
VI. “Consummatum est” (Lento)
VII. “In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum” (Largo)
Il Terremoto (Presto e con tutta la forza)

As Sete Últimas Palavras de Nosso Salvador na Cruz, composta em 1786, foi encomendada para a liturgia de Sexta-Feira Santa na Catedral de Cádis, em Espanha. e é considerada uma obra-prima de Joseph Haydn.
Estruturalmente singular, a composição consiste numa introdução solene, sete sonatas lentas baseadas nas últimas frases de Jesus e um poderoso andamento final que retrata um terramoto.

O compositor austríaco tinha um apreço especial por esta partitura, que mais tarde adaptou para três formações distintas, permitindo que a profunda carga emocional e espiritual da obra fosse apreciada em diferentes contextos musicais: a versão original era para orquestra, com uma instrumentação rica e dramática para ecoar na grande catedral andaluza; depois fez uma versão para Quarteto de Cordas (Op. 51), uma adaptação mais intimista e focada no diálogo melódico entre os quatro instrumentos;  mais tarde (1796), Haydn adicionou um coro e partes cantadas com a ajuda de um novo libretista, elevando o dramatismo da narrativa, nesta versão vocal, como um Oratório.

A edição deste ano do Festival Internacional de Música de Marvão vai decorrer entre os dias 24 de julho e 2 de agosto.