Maurice Ravel | L’enfant et les sortilèges | 28 Dezembro a 6 Janeiro

Maurice Ravel | L’enfant et les sortilèges | 28 Dezembro a 6 Janeiro

Teatro Nacional de São Carlos

Maurice Ravel | L’enfant et les sortilèges | 28 Dezembro a 6 Janeiro

Maurice Ravel | L’enfant et les sortilèges | 28 Dezembro a 6 Janeiro

Teatro Nacional de São Carlos

A Antena 2 acompanhou o ensaio geral da ópera de Maurice Ravel, L’enfant et les sortilèges, que preenche a época natalícia da temporada do São Carlos.

do Teatro Nacional de São Carlos
Sala Principal
 
28 Dezembro a 6 Janeiro
 
Ópera em um ato
Música de Maurice Ravel (1875-1937)
Libreto de Sidoine Gabrielle Colette (1873-1954)
A Criança – Raquel Luís
O fogo, o rouxinol – Bárbara Barradas
A mamã, a chávena chinesa, a libélula – Carolina Figueiredo
A cadeira Luís XV, a coruja e a pastora – Sónia Alcobaça
A princesa, o morcego – Carla Caramujo
Um pastor, a gata, o esquilo – Ana Franco
O bule, o velhinho, a rã – João Pedro Cabral
O relógio de pé alto, o gato – Tiago Matos
O cadeirão, um carvalho – Ricardo Panela
Direção Musical – Joana Carneiro
Encenação – James Bonas
Desenho de luz – Rui MonteiroCoro do Teatro Nacional de São Carlos
Maestro Titular Giovanni Andreoli
Coro Juvenil de Lisboa
Maestro Titular Nuno Margarido Lopes
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Maestrina Titular Joana Carneiro
Uma criança desobediente destrói e maltrata os objetos que a rodeiam. Mas estes ganham subitamente vida e enfrentam o pequeno rebelde, repreendendo-o pelo seu comportamento que há muito os magoa e atormenta. Ao dar-se conta das consequências das suas ações, a criança, através de uma viagem espiritual, conhece o amor, a amizade e o perdão.

Depois de L’heure espagnole (1907), L’enfant et les sortilèges é a segunda e derradeira incursão de Ravel no domínio da ópera.

Em 1914, Colette – que sempre recusara escrever para o teatro lírico – aceita o convite de Jacques Rouche, diretor da Ópera de Paris, para escrever o enredo para um bailado cuja música seria escrita por Ravel, compositor que a escritora muito admirava. Em menos de oito dias, Colette escreve um poema em prosa que viria a transformar-se num libreto para uma fantasia lírica em duas partes. Porém, só em 1925 é que a ópera se estrearia em Monte Carlo dirigida por Victor de Sabata e com sequências coreografadas por Balanchine.

Celebrando os mistérios da infância contados pela maravilhosa música de Ravel, L’enfant et les sortilèges divertirá seguramente crianças e adultos.
Fotos Jorge Carmona / Antena 2