Mónica Garnel. O palco como destino

Mónica Garnel. O palco como destino

Memórias Futuras

Mónica Garnel. O palco como destino

Mónica Garnel. O palco como destino

Memórias Futuras

A atriz e encenadora conversa com Pedro Dias de Almeida, em Memórias Futuras, sobre o seu percurso que começou numa família ligada à História do teatro português, no momento em que estreia da peça O Som Interior, no Teatro Aberto, onde interpreta o papel de uma professora de escrita criativa.

Mónica Garnel.
O palco como destino

Neta de Mariana Rey Monteiro e bisneta de Amélia Rey Colaço, duas figuras maiores do teatro português, Mónica Garnel demorou a perceber que lhes seguiria as pisadas nos palcos, numa linhagem feminina que já se prolonga na sua filha, Laura Sobral.
Mónica ainda estudou Design de Interiores, mas um belo dia, sentada ao estirador, sentiu que o seu futuro não passaria por ali e cedeu ao desejo de fazer teatro. A avó ajudou-a, então, em aulas semanais e caseiras, às quartas-feiras, ensinando-lhe as suas técnicas a partir de velhos manuscritos de peças que protagonizou. Completou, depois, a licenciatura na Escola Superior de Teatro e Cinema e mergulhou, decidida, no mundo do teatro.

Hoje, é uma experiente atriz mas também encenadora, de teatro e ópera. No próximo dia 6 de novembro, no Teatro Aberto, em Lisboa, vai protagonizar, ao lado do jovem ator Francisco Monteiro Lopes, a peça O Som Interior, de Adam Rapp, com encenação de João Lourenço. A sua personagem é uma professora de escrita criativa que desenvolve, partindo do amor pela literatura, uma forte relação com um aluno.
Em março do próximo ano, estreia uma nova encenação sua no Teatro Nacional D. Maria II, O Fantasma de D. Maria II, com texto de Hugo van der Ding e Martim Sousa Tavares.
Pedro Dias de Almeida