1 Março 19h00
Auditório do
Programa
Produção: Anabela Luís
Nuno Silva estudou com António Saiote, Hans Deinzer, Pascal Moragués e Hakan Rosengren. É diplomado em clarinete pelo Conservatório Nacional, ESMAE e California State University, onde obteve um mestrado com classificação máxima a todas as disciplinas. Estes resultados académicos valeram-lhe o convite para membro da prestigiosa organização americana Phi Kappa Phi Honors Society. Em 2001 licenciou-se em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa. Em 2013 foi-lhe atribuído o «Estatuto de Especialista» e encontra-se atualmente a frequentar o programa de doutoramento na Universidade de Évora.
Rodrigo Carreira nasceu em 1983 e iniciou os seus estudos musicais na Sociedade Artística e Musical Cortesense aos 9 anos. Em 2001 ingressou na escola de música do Orfeão de Leiria, onde concluiu o 5º grau na classe deJosé Correia. Nesta instituição foi laureado com o 2º prémio “Os Melhores Alunos do Orfeão de Leiria” dois anos consecutivos.
Participou nas edições do Prémio Jovens Músicos 2007, e no “43º International Horn Competition” em Markneukirchen.
Colabora regularmente com algumas das mais prestigiadas orquestras portuguesas como: Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Clássica do Algarve e Orquestra Metropolitana de Lisboa, com a qual teve a oportunidade de, em 2008, actuar a solo na formação de quarteto, juntamente com Abel Pereira, Nuno Vaz e Tiago Matos, executando a obra Sinfonia de Caça de Leopold Mozart. Com a orquestra Remix Enssemble integrou a digressão europeia “Ring Saga”, uma versão reduzida da Tetralogia de Wagner atuando em prestigiadas salas como a Citê de La Musique, em Paris.
Em 2003 recebeu o 2º Prémio e em 2004 o 1º Prémio em Violino – Nível Superior no Prémio Jovens Músicos da RDP/Antena 2.
Já trabalhou com os maestros Peter Rundel, Emilio Pomàrico, Brad Lubman, Paul Hillier, Franck Ollu, Stefan Asbury, Péter Eötvös, entre outros, e já tocou com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Académica do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra Pedro Álvares Cabral e OrquestrUtópica, entre outras.
Para lá de já se ter apresentado em todas as principais salas de concerto de Portugal, e de integrar regularmente a programação dos principais festivais de música portugueses, também já tocou em Valência, Roterdão, Huddersfield, Barcelona, Estrasburgo, Paris, Orleães, Bourges, Reims, Antuérpia, Madrid, Budapeste, Norrköping, Viena, Witten, Berlim, Amesterdão, Colónia, Zurique, Luxemburgo e Bruxelas. Em 2011, com o Remix Ensemble, apresentou-se no Wiener Festwochen (Viena) e no Festival Agora (IRCAM; Paris) e em 2012 no Festival de Música de Estrasburgo e na Filarmónica de Berlim. É também com o Remix Ensemble que tem vários discos editados com obras de Pauset, Azguime, Côrte-Real, Peixinho, Dillon, Jorgensen, Staud, Nunes, Bernhard Lang, Pinho Vargas, Wolfgang Mitterer, Karin Rehnqvist, Pascal Dusapin e Luca Francesconi, sendo que o disco dedicado a Dusapin mereceu o destaque da revista Gramophone, tendo sido colocado na lista da Escolha dos Críticos de 2013. Já em 2015, destaca-se a estreia mundial da ópera Giordano Bruno de Francesco Filidei, no Porto e em Estrasburgo, pelo Remix Ensemble Casa da Música.
Atualmente, José Pereira é membro do Remix Ensemble Casa da Música, 2º Concertino Convidado da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e professor de violino na Escola Profissional de Música e Academia de Música de Espinho e na Universidade de Aveiro.
Ingressou em 2005 na Escola Superior de Música de Lisboa, onde frequentou as classes de António Anjos, Irene Lima e Paulo Pacheco, terminando a licenciatura em 2008. Durante a licenciatura foi bolseira por dois anos consecutivos da Orquestra Sinfónica Juvenil, em parceria com a Fundação EDP (2006/07, 2007/08). Entre 2010 e 2012 estudou no Conservatório Real de Bruxelas na classe de Yuzuko Horigome (1º Prémio no Queen Elisabeth Competition 1980) onde completou o mestrado em Performance e se graduou em 2012 com distinção. Em 2011 foi ainda premiada no Concurso Internacional de Arcos Júlio Cardona (Prémio Covilhanense). Durante o ciclo de mestrado foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Os seus últimos anos de formação, entre 2012-2016, tiveram lugar na Hochschule für Musik und Tanz Köln, em parceria com Orchesterzentrum NRW na classe de Emilian Piedicuta (2º Concertino da Düsseldorfer Symphoniker) onde tirou o mestrado de especialização em Orquestra com distinção.
Frequentou várias masterclasses de Violino e Música de Câmara, estudando e aprendendo com professores e músicos como Angel Sanpedro, Michael Bochmann, Michael e Irina Tseitlin, Erkki Lahesmma, Jeroen Reuling, David Le Fèvre, Rainer Schmidt, Xuan Du, Gerardo Ribeiro, Marco Rizzi, El-Bacha e Yuzuko Horigome, Shirley Laub, Christian Heubes e Timothy Summers. Participou em diversos festivais de orquestra, destacando-se a Semaine International de Musique du Luxembourg, a OPEM – Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, a Fondazione Cantiere Internazionale di Musica, a Aproarte, o Festival de Schleswig com a Orquestra Báltica Hostein e, mais recentemente, com a Orquestra XXI. Esteve em contacto com solistas de nomeada, como Nelson Freire, Maria João Pires, Boris Berezovsky, Mischa Maisky e Martha Argerich, e maestros como Kristyan Järvi, Adam Fischer, Pablo Heras Casado e Daniel Harding.
Foi academista da Mahler Chamber Orchestra durante as temporadas 2012/13 e 2015/16. Colaborou ainda com a Deutsche Radio Philharmonie Saarbrücken (2014/15) e com a Düsseldorfer Symphoniker (2016/17). Atualmente, integra o naipe dos Primeiros Violinos da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Foi distinguida com o 1º Prémio na Categoria de Música de Câmara no Concurso Gilberto Paiva, com o 1º Prémio no Concurso Interno do Conservatório de Música do Porto e com o 3º Prémio no Concurso Paços Premium. É, desde 2013, docente no Conservatório de Música da Metropolitana.
Iniciou a sua actividade solista em 2003, com um agrupamento de música da Academia de Música de Paredes. Em 2007 e 2008 foi também solista com a orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (tendo atuado a solo com esta mesma orquestra no Centro Cultural de Belém em Lisboa e no Teatro Circo em Braga), em 2009 com a Orquestra do Norte, e em 2011 apresentou-se com a Orquestra Clássica da Madeira e com a Orquestra Académica Metropolitana.
Frequentou vários cursos de aperfeiçoamento orientado por professores como Miguel Rocha, Dimitri Ferscthman, Alexander Kniazev, Ília Laporev, Márcio Carneiro, Anne Gastinel, Paulo Gaio Lima e Konstantin Heidrich.
Como instrumentista de orquestra participou na Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música e colaborou com a Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Momentum Perpetuum e Camerata con Brio, entre outras. Trabalhou com maestros como Florin Totin, Pio Salotto, Nicholas Kok, Marlon Patiño, Martin André, Rui Massena e Pedro Carneiro.
Concluiu a Licenciatura em Instrumentista de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe de Paulo Gaio Lima. Colaborou com a Orquestra Académica Metropolitana sob a direcção de Jean Marc Burfin, a Orquestra Metropolitana de Lisboa com Mikhail Agrest e a Orquestra Sinfónica Metropolitana com Michael Zilm, Evgeny Bushkov e Cesário Costa.
* nasceu no Porto e, após estudos em diversos países, foi discípulo de Lyudmila Roshchina no Conservatório Tchaikovsky de Moscovo, onde se doutorou com as mais elevadas classificações em 2000, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
É frequentemente convidado como solista pelas principais orquestras portuguesas e de vários países, como Rússia, Espanha, Cuba, Eslováquia, Arménia ou Bélgica, tendo colaborado com os maestros John Nelson, Dmitri Liss, Emilio Pomàrico, Mikhail Agrest, Charles Olivieri-Munroe, Peter Tilling, Boguslaw Dawidow, Rengim Gökmen, Marc Tardue e Misha Rachlevsky, entre outros.
Apaixonado pela música de câmara, tem-se apresentado em parceria com alguns dos maiores nomes do panorama internacional como Gary Hoffman, Corey Cerovsek, Renaud Capuçon, Adrian Brendel, Benjamin Schmid, Gérard Caussé, Michel Portal, Jack Liebeck, Christian Poltéra, Isabel Charisius, Pascal Moraguès, Radek Baborák, Eldar Nebolsin, Lars Anders Tomter, Anna Samuil e José van Dam.
Filipe Pinto-Ribeiro é fundador (2006) e diretor artístico do DSCH – Schostakovich Ensemble.
Gravou diversos CDs que obtiveram excelente receptividade por parte do público e da crítica musical. No seu CD de estreia, interpreta obras de Mussorgsky, Scriabin, Schostakovich, Debussy e Ravel. Gravou um CD em duo com a sua mulher, a pianista Rosa Maria Barrantes, incluindo obras de Fauré, Satie, Debussy, Poulenc e Ravel. De destacar ainda o CD Bach Piano Transcriptions e o CD Berlin Sessions, gravado pelo pianista na capital alemã, que contém sonatas de Scarlatti, Seixas, Beethoven, Wagner e Prokofiev.
A sua última gravação, o duplo CD PIANO SEASONS tem sido recebido as mais elevadas classificações da crítica internacional (BBC Music Magazine, Klassik Heute, Classique News, BR-Klassik…). Foi gravado em França para a Paraty/Harmonia Mundi e inclui um tríptico de obras relacionadas com as estações do ano, incluindo: “As Estações opus 37-bis” de Tchaikovsky; a estreia discográfica de “Quatro Estações de Buenos Aires”, de Astor Piazzolla/Marcelo Nisiman; e “Quatro Últimas Estações de Lisboa”, de Eurico Carrapatoso, que tem a sua primeira gravação neste duplo CD.
É frequentemente solicitado como diretor artístico para várias iniciativas, destacando-se o Festival e Academia VERÃO CLÁSSICO, que fundou em 2015 no Centro Cultural de Belém. Foi ainda diretor artístico de diversos ciclos de concertos como “Noites no Salão Árabe”, no Palácio da Bolsa do Porto, “Ciclo Sofia Gubaidulina”, no Centro Cultural de Belém, “Notas Químicas”, integrado nas comemorações do Ano Internacional da Química e dos 100 anos da Universidade de Lisboa.
Para além da sua intensa atividade concertística, foi Professor de Piano durante uma década em algumas universidades portuguesas e orienta frequentemente Masterclasses, em Portugal e no estrangeiro. Filipe Pinto-Ribeiro é Steinway Artist.
* Artista Associado da Temporada da Metropolitana 2018/2019