Pedro Dias de Almeida em Memórias Futuras conversa com o compositor no momento em que lança o seu terceiro disco, Third Spaces. Em janeiro, a RTP 2 estreou a sua série Opera.Now sobre a ópera contemporânea.
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Chegou a tocar numa banda rock, estudou jazz no Hot Clube, mas foi a descoberta da música contemporânea mais erudita, quando frequentava a Escola Superior de Música, que mais o fascinou e lhe guiou os passos numa carreira que já passou pela composição de várias óperas (por exemplo, Jerusalém, a partir do livro com o mesmo título do escritor Gonçalo M. Tavares).
Por estes dias, foi lançado o seu terceiro disco: Third Places. O título evoca um conceito do sociólogo Ray Oldenburg, sublinhando os lugares de convivialidade, fora do universo do trabalho e da esfera íntima e doméstica.
Também a sua música quer ser um pretexto para o diálogo, com os outros e com o mundo contemporâneo. Essa vontade de comunicação, mesmo (ou sobretudo) com um público menos conhecedor, levou-o a criar e apresentar a série em seis episódios Opera.Now, uma coprodução internacional que estreou no início deste ano na RTP 2.
Pedro Dias de Almeida
