Martim Sousa Tavares, um maestro irrequieto 

Martim Sousa Tavares, um maestro irrequieto 

Memórias Futuras

Martim Sousa Tavares, um maestro irrequieto 

Martim Sousa Tavares, um maestro irrequieto 

Memórias Futuras

Pedro Dias de Almeida em Memórias Futuras conversa com o Martim Sousa Tavares, sobre o seu percurso de maestro, de diretor artístico da Orquestra do Algarve e do Festival de Sintra, de compositor e dos recentes livros publicados.

Martim Sousa Tavares, um maestro irrequieto 

Em 2024, o maestro e compositor Martim Sousa Tavares estreou-se como autor de um livro com Falar Piano e Tocar Francês (com o subtítulo Arte, Cultura e Humanismo na Era dos Memes). Essa primeira obra foi um sucesso e chegou já à 8ª edição – feito raro no mercado editorial português, ainda mais para um livro de não ficção sobre arte e cultura.
Em 2026, na mesma editora (a Zigurate), deu sequência ao seu talento como comunicador através da palavra escrita (já tinha tido várias experiências em rádio e televisão): publicou Amanhã à Mesma Hora, Dez Lições sobre o Trabalho em Equipa, partindo da sua experiência como maestro e diretor artístico, contando muitas histórias e peripécias no mundo das orquestras.

Nascido em 1991, filho de pai e mãe que se destacaram no mundo da comunicação e da escrita (Miguel Sousa Tavares e Laurinda Alves), Martim Sousa Tavares reside atualmente em Évora – uma escolha movida pela beleza e paixão por essa cidade – mas percorre milhares de quilómetros pelo País todos os meses. Em 2019, regressou dos EUA para fundar, em Idanha-a-Nova, a Orquestra Sem Fronteiras. Atualmente, é diretor artístico da Orquestra do Algarve e do Festival de Sintra.
Pedro Dias de Almeida