Arranca agora em setembro, na Cinemateca, uma vasta retrospetiva da filmografia do produtor Paulo Branco: ao longo dos próximos meses (num período que chegará, pelo menos, aos dois anos e meio), 10 sessões mensais proporcionarão a redescoberta de cerca de três centenas de filmes. Obras que marcam um percurso de forte expressão internacional, e muito sentido de aventura.
À conversa com Inês N. Lourenço, o mais lendário dos produtores portugueses desfia memórias de rodagens inusitadas, fala de encontros enriquecedores, da paixão pela literatura, e de toda uma lógica de trabalho que ainda dá frutos. Isto sem esquecer o prazeroso papel do exibidor, que começou em Paris e continua a conjugar-se com o papel do produtor.
Inês N. Lourenço
