Paulo Branco, uma vida, 300 filmes (até agora)
Paulo Branco com Raul Ruiz (DR)

Paulo Branco, uma vida, 300 filmes (até agora)

Sala Escura

Paulo Branco, uma vida, 300 filmes (até agora)

Paulo Branco, uma vida, 300 filmes (até agora)

Sala Escura

Arranca agora em setembro, na Cinemateca, uma vasta retrospetiva da filmografia do produtor Paulo Branco: ao longo dos próximos meses (num período que chegará, pelo menos, aos dois anos e meio), 10 sessões mensais proporcionarão a redescoberta de cerca de três centenas de filmes. Obras que marcam um percurso de forte expressão internacional, e muito sentido de aventura.

À conversa com Inês N. Lourenço, o mais lendário dos produtores portugueses desfia memórias de rodagens inusitadas, fala de encontros enriquecedores, da paixão pela literatura (transmitida pelos grandes cineastas com quem colaborou), e de toda uma lógica de trabalho que ainda dá frutos. Isto sem esquecer o prazeroso papel do exibidor, que começou em Paris e continua a conjugar-se com o papel do produtor.

De Manoel de Oliveira a Raul Ruiz, passando por João César Monteiro, António-Pedro Vasconcelos, David Cronenberg, Chantal Akerman, Andrzej Zulawski, Wim Wenders, Alain Tanner, Werner Schroeter, Christophe Honoré, Jerzy Skolimowski, Sharunas Bartas, Paul Auster, Philippe Garrel, Mathieu Amalric, Pedro Costa, João Botelho, João Mário Grilo, João Canijo ou Teresa Villaverde, longa é a lista de realizadores que compõem mais de 45 anos de labor intensivo.

Inês N. Lourenço