Compositor, pianista e maestro, é figura central do Romantismo musical do século XIX.
Nasceu em Hamburgo, tocou em locais modestos na juventude, mas destacou-se após ser apadrinhado por Robert e Clara Schumann. Viveu a maior parte da sua vida em Viena.
Brahms compôs para orquestra sinfónica, conjuntos de câmara, piano, órgão, voz e coro. Pianista virtuoso, estreou muitas das suas próprias obras. Trabalhou com os principais intérpretes de sua época, incluindo a pianista Clara Schumann e o violinista Joseph Joachim.
Compositor de quatro sinfonias, sendo a Primeira Sinfonia apelidada de “10ª Sinfonia de Beethoven”, além de Um Réquiem Alemão (1868), Danças Húngaras e concertos para piano e violino. Muitas das suas obras tornaram-se parte integrante do repertório sinfónico e de câmara mundial.
Conhecido pela sua perfeição técnica, riqueza harmónica e uso de síncopas, é incluído nos “três Bs” da música alemã (Bach, Beethoven e Brahms), e considerado o sucessor de Beethoven.
Uma boa parte da sua obra foi inspirada diretamente na música popular alemã, húngara e zíngara. Toda a sua música apresenta solidez, riqueza harmónica, expressividade melódica e uma força rítmica baseada na utilização de síncopas. Embora não tenha sido um inovador, a sua arte marca uma forte maturidade dentro do movimento romântico alemão.